sexta-feira, 20 de outubro de 2017      
 
 
  Anos de Turbulência: Guerra e Intensa Produção Teórica
1910
Freud publica: “Um tipo especial de escolha de objeto feita pelos homens”, “Psicanálise selvagem ou silvestre” , “As perspectivas futuras da terapia psicanalítica”, “A significação antitética das palavras primitivas”, “Cinco lições de psicanálise” e “Leonardo da Vinci e uma lembrança da sua infância” (inicio dos estudos da neurose à psicose).


1911
Freud publica: “Formulações sobre os dois princípios do funcionamento mental”, “Notas psicanalíticas sobre um relato autobiográfico de um caso de paranóia” (Dementia paranoides, caso Schreber).


1912
Lançamento da Revista Imago, dedicada à Psicanálise Aplicada, dirigida por Freud, Rank e Sachs.

Freud publica “O manejo da interpretação de sonhos na psicanálise”, “A dinâmica da transferência”, “Recomendações aos médicos que exercem a psicanálise”, “Totem e tabu”, “Sobre a tendência universal à depreciação na esfera do amor” e “Uma nota sobre o inconsciente na psicanálise”.


1913
Início do conflito entre Jung e Freud, após Jung tentar convencer Freud a dessexualizar sua doutrina. O conflito resultará, na ruptura definitiva entre eles.

Freud publica “O interesse científico da psicanálise”, “Duas mentiras contadas por crianças”, “O tema dos três escrínios” e “A disposição à neurose obsessiva”.


1914
Freud escreve “A história do movimento psicanalítico”, “Sobre o narcisismo: uma introdução” e “Moisés de Michelangelo”.


1915
Freud publica “Um caso de paranóia que contraria a teoria psicanalítica da doença”, “Os instintos e suas vicissitudes”, “Observações sobre o amor transferencial” (Novas recomendações sobre a técnica da psicanálise III), “Reflexões para os tempos de guerra e morte”, “O inconsciente” e “A Repressão”.


1916
Freud publica “Alguns tipos de caráter encontrados no trabalho psicanalítico” e “Sobre a transitoriedade”.


1917
Freud publica “Conferências introdutórias sobre psicanálise”, “Luto e melancolia”, “As transformações do instinto exemplificadas no erotismo anal", “Suplemento metapsicológico à teoria dos sonhos”, “Uma dificuldade no caminho da psicanálise”, e “Tabu da virgindade”.


1918
Freud publica: “História de uma neurose infantil” (Homem dos Lobos).


1919
Freud publica “O estranho”, “Uma criança é espancada - Uma contribuição ao estudo da origem das perversões sexuais", “Sobre o ensino da psicanálise nas universidades” e “Introdução a psicanálise e as neuroses de guerra”.
 
Freud e Filhos
 

Freud com os filhos Ernst (esq.) e Martin, em agosto de 1916. É do período o texto "Sobre a Transitoriedade":

(a guerra) "destruiu a beleza dos campos (...) e as obras de arte que encontrava em seu caminho, como também destroçou nosso orgulho pelas realizações de nossa civilização, (...) Maculou a elevada imparcialidade da nossa ciência, revelou nossos instintos em toda a sua nudez e soltou de dentro de nós os maus espíritos que jugávamos terem sido domados para sempre. (...) Mostrou-nos quão efêmeras eram inúmeras coisas que consideráramos imtáveis".

 
 
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