terça-feira, 22 de agosto de 2017      
 
 
  Perdas, Pulsão de Morte e Textos Culturais: Consolidação da Obra
1930
Morre a mãe de Freud.


1931
Freud publica “Sexualidade feminina”.

Agravamento do câncer da mandíbula.


1932
Freud publica “Novas conferências introdutórias sobre a psicanálise”, “A aquisição e o controle do fogo”, “Por que a guerra?” (carta a Einstein publicada em 1933, em alemão, inglês e francês pelo Instituto Internacional de Cooperação Intelectual (Liga das Nações).


1933-1939
A terminologia freudiana é banida do vocabulário da psiquiatria e da psicologia da Alemanha. A psicanálise é considerada como uma ciência judaica. Neste período há uma grande emigração de psicanalistas alemães para a Argentina, Inglaterra e Estados Unidos.

Os livros de Freud são queimados na Alemanha.


1934
Jung é denunciado por excluir judeus de uma sociedade composta por psiquiatras e psicoterapeutas. É o início da polêmica da adesão de Jung ao nazismo.


1935
Muitos titulares judeus de sociedades de psicanálise têm que se demitir para "salvar a psicanálise na Alemanha".


1936
Adelheid Lucy Koch vem ao Brasil. Ela é a primeira psicanalista didática, responsável por iniciar Durval Marcondes e outros na psicanálise. Também contribuirá para que a Sociedade Brasileira de Psicanálise seja reconhecida pela IPA.

Freud publica “Um distúrbio de memória na Acrópole”.

Em maio comemora 80 anos, bodas de ouro.


1937
Freud publica “Análise terminável e interminável”.


1938
O Anschluss: Roosevelt e Mussolini intervêm em favor de Freud.

Fugindo do nazismo, fixa residência em Londres com a esposa e filhos. Com a ascensão do nazismo, os seus livros são queimados em praça pública.

Os nazistas revistam sua casa e levam seus objetos de coleção de antiguidades.

Freud publica “Construções em análise”, “Um esboço de psicanálise”.


1939
Publicação do final de “Moisés e o monoteísmo”.

Aos 83 anos, em 23 de setembro, Freud morre de um câncer de mandíbula, do qual padeceu durante 16 anos.
 
Adeus a Viena
 

Freud e sua filha Anna, no trem que os levou à França e à liberdade, entre 4 e 5 de junho de 1938.

Parte no dia 5 para Londres. Ao chegar, instala-se na rua Maresfield Gardens nº 20.

Freud morre em Londre em 23 de setembro de 1939, no mesmo endereço. A seu pedido, e com o apoio de Anna Freud, Max Schur injetou-lhe um dose de três contigramas de morfina, por três vezes, dando fim à longa agonia do câncer que chegava a um estágio terminal.

 
 
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